Inscrições fechadas para a nova temporada 2019/2020

O Clube de Leitura em Voz Alta é agora Coro de Leitura em Voz Alta. Continua a ter uma periodicidade quinzenal e a acontecer na Biblioteca de Alcochete.

Os objectivos continuam a ser os mesmos; promover o prazer da leitura partilhada; a forma passou a ser outra.


Mar (com humor)



Este grupo novo do CLEVA só nos traz alegrias e riso à desfilada. Nesta sessão houve quem chorasse... de rir; houve quem trajasse a preceito para seduzir o diabo; houve quem entortasse as palavras de tal maneira que até entraram "halifantes", houve redacções sobre para onde os pais olham e as mães não gostam, houve sotaques, houve senhoras a fazer xixi no mar, e mais e mais, enfim, uma noite memorável. Mas antes disso tudo, cantámos. E em cima das canções dissemos poemas. E trabalhámos muito o nosso sentido crítico. Ah, é verdade, e depois houve um repasto de se lhe tirar o chapéu. Este clube promete!

Aqui ficam os autores e obras lidas nesta sessão:

Ruy Belo, "Na praia" de "Todos os poemas"
Jorge Amado, excerto de "Mar morto"
Gil Vicente, excerto de "Auto da Barca do Inferno"
Luís de Sttau Monteiro, "Ontem na praia" de "Redacções da Guidinha"
Afonso Cruz, excerto de "Mar - Enciclopédia da Estória Universal"
Mia Couto, excerto de  "O jardim marinho" de "Cronicando"
Frederico Pombares e Henrique Dias, excerto de "É como diz o outro"
Russell Edson, "A mensagem" de "O espelho atormentado"
Manuel Alegre, excerto de "Cão como nós"
Rui Zink, "Amanhã chegam as águas" de "A palavra mágica"
Herman Melville, excerto de Moby Dick


a Oriana trouxe-nos "Romance de Amadis" de Afonso Lopes Vieira

próxima sessão | 25 Outubro 2016

será o tema da próxima sessão

*****ATENÇÃO*****

os textos terão de ser humorísticos

será responsável pelo livro do dia


Porta aberta


Nesta 2ª sessão começámos o trabalho prático de abordagem, ainda que superficial, a algumas técnicas de leitura em voz alta - respiração, descontração, projecção de voz. 

Ainda sobre este tema, falámos do livro A INTUIÇÃO LEITORA, A INTENÇÃO NARRATIVA de Rodolfo Castro

A Cristina iniciou a ronda de leituras falando primeiro de um conjunto de projectos de promoção da leitura em situações onde quase todas as portas parecem fechadas e onde a leitura se apresenta como uma possibilidade de chave para essas portas. É o caso dos projectos: 

- LEITURA FURIOSA - A Associação Cardan, sediada na cidade de Amiens (Picardia), organiza a Leitura Furiosa desde 1992 e desde então acontece em várias cidades europeias simultaneamente. É um encontro de pessoas zangadas com a leitura com escritores, permitindo que as primeiras possam acompanhar o processo de criação de um texto.

 - A POESIA NÃO TEM GRADES - Projecto de Filipe Lopes de promoção da leitura, realizado dentro de prisões com o objectivo de promover a experimentação artística e assim contribuir para o desenvolvimento intelectual e pessoal daquela população.

 - MEDIAÇÃO LEITORA EM CONTEXTO PRISIONAL - Projecto de Miguel Horta com a Laredo Associação que já há muitos anos desenvolve projectos de promoção da leitura em continuidade, dentro das prisões.

Falou-se ainda de uma série de projectos desenvolvidos nestas áreas pelos técnicos que trabalham nas prisões: edição de livros, edição de revistas literárias, oficinas de escrita, bibliotecas prisionais, etc. 

E começaram as leituras do dia: 

A Cristina leu de Nazim Hikmet, "Angina Pectoris", poema inserido na antologia de Egito Gonçalves, A PALAVRA INTERDITA; a Alexandra leu um pequeno excerto de um conto de Ondjaki "Padre Inácio, o mata anjos" do livro MOMENTOS DE AQUI; voltámos à poesia com a Ana que, de Miguel Cardoso, leu um excerto do poema "Então passou o tempo" do livro VÍVERES; a Eduarda leu um excerto de DESUMANIZAÇÃO de Valter Hugo Mãe; a Oriana leu um excerto do SENHOR DOS ANÉIS de J. R. R. Tolkien; a Manuela Loja leu de José Rentes de Carvalho, um excerto de O MEÇAS; a Isabel leu o início de AFRODITE de Isabel Allende numa brincadeira dengosa e colorida; o Avelino trouxe-nos o ADMIRÁVEL MUNDO NOVO de Aldous Huxley; o Fernando leu um poema de Miguel Manso, "A falha do Tejo" do livro POESIA, UM DIA, POETAS EM RÓDÃO, um projecto de Vila Velha de Ródão de que nos falou um pouco; a Marina trouxe de Emma Donoghue, um excerto do livro O QUARTO DE JACK; a Rosalina leu de Sapphire, PRECIOUS - A FORÇA DE UMA MULHER que talvez conheçamos melhor do filme que ganhou o Óscar em Hollywood; a Neuza trouxe a porta aberta de ALICE NO PAÍS DAS MARAVILHAS, a menina de Lewis Carroll, que preferia manter-se de olhos fechados para sonhar melhor. E no final, tivemos uma convidada. A Leo, veio para ver se gostava, nós esperamos que sim, e trouxe um excerto de um conto de Saki com o nome exacto do tema: "Porta aberta". O conto pertence ao livro GATO INDISCRETO E OUTROS CONTOS




a Alexandra trouxe
Eu e os Políticos - O que não pude (ou não quis) escrever até hoje - O livro proibido - de José António Saraiva

Finalmente bebemos e comemos... e conversámos.

próxima sessão | 11 Outubro 2016

será o tema das leituras

será a responsável pelo Livro do Dia

CLeVA 7 - Início



"Recomeça, se puderes sem angústia e sem pressa.."

Este início do poema Sísifo de Miguel Torga, podia ser o mote para esta nova edição do CLeVA.

Um novo grupo de pessoas a reunir-se quinzenalmente em Alcochete para partilhar leituras; um novo grupo de amigos.

Começámos, como sempre, por explicar o funcionamento deste sui generis Clube de Leitura: regras , técnicas, horários, locais, sessões abertas ao público, bibliografia, agenda cultural, etc.
Como é normal num primeiro encontro, apresentámo-nos. Depois de nos conhecermos um pouco melhor (vamos aprendendo os nomes aos poucos e a reconhecermo-nos) passámos à proposta de leitura: poesia para crianças.

Uma mesa repleta de livros de poesia para a infância. Cada um escolheu o seu livro e desse livro escolheu um poema e leu-o em voz alta. Ficámos assim a conhecer também a voz de cada um.

o Fernando apresentou o livro do dia
Instruções para salvar o mundo de Rosa Montero


E no final houve festa, claro: doces e moscatel marcaram as conversas finais e a despedidas.

Nesta primeira sessão fomos poucos: de 23 inscritos, estávamos 13. Esperamos que as próximas sessões nos tragam quem faltou nesta.

Aqui ficam os rostos dos presentes nesta primeira sessão:

vamos aprender os nomes?

O que é, como funciona e regras básicas do Clube de Leitura



O que é o CLeVA?
Clube de Leitura em Voz Alta de Alcochete.
Um grupo de pessoas que se reúne quinzenalmente, na Biblioteca de Alcochete, para ler em voz alta.
É dinamizado pela Andante Associação Artística (Cristina Paiva e Fernando Ladeira).
O grupo de inscritos para cada temporada encontra-se quinzenalmente (às terças-feiras) durante nove meses e é normalmente um grupo de 20 a 25 pessoas, muito heterogéneo, nas idades, nos interesses, nas profissões.

Como funciona?
Para cada sessão há um tema para as leituras. Os temas são escolhidos pelos participantes na primeira sessão e postos dentro de um saquinho. No final de cada sessão é sorteado o tema de leitura da próxima. Sobre esse tema cada pessoa escolhe um texto curto (máx. 3 minutos) que prepara para ler em voz alta para todo o grupo.

Só isto?
Basicamente, sim. Mas, claro, não é só isto. As pessoas têm que se expor. Mostrar de que livros gostam, de que autores, se têm boa voz ou não, boa articulação, se é eficaz a sua leitura. E vamos fazendo alguns exercícios, trabalhando algumas técnicas para melhorar estas competências.
Mas as “malhas” que seguram um grupo e o fazem evoluir, são muitas e variadas. Mais do que um grupo de leitores, somos um grupo de amigos. Preocupamo-nos uns com os outros, organizamos actividades fora da biblioteca e dos horários normais, emprestamos livros uns aos outros, damos a conhecer autores que prezamos, por vezes até fazemos apresentações públicas. E também... bolos. Sim, gostamos muito de comer e beber e conviver. Fazemos disso um hábito tão bom como ler.
O CLeVA é um espaço de liberdade, um escape às amarguras do dia a dia, um lugar onde se podem criar laços... Quando alguém pensa que não pode ir à sessão porque não se sente muito bem, deve ultrapassar esse primeiro instinto e vir, pois aqui deixamos à porta as tristezas e durante 90 minutos esquecemos o resto.

O que se vê de fora?
O CLeVA tem uma ferramenta preciosa: este blogue:
http://a-ler-em-voz-alta.blogspot.pt/
Aqui registamos tudo o que se passa nas sessões, deixamos sugestões, textos, autores, vídeos, fotos.

Regras básicas para os participantes?
- escolham textos curtos (máx. 3 minutos)
- vão à literatura (poesia e prosa) e deixem de fora a auto-ajuda e os “livrinhos de capa cor-de-rosa”
- as leituras terão de ser feitas a partir dos livros e não de textos retirados da internet
- cada um deve trabalhar bem a sua leitura antes de a apresentar ao grupo, de forma a causar maior impacto
- tentem sempre surpreender, quer através dos textos escolhidos, quer através da forma como os apresentam aos outros

Estão abertas as inscrições para a 7ª temporada do CLeVA

(só para novos membros)

A primeira sessão será no dia 27 de Setembro e a última em Junho de 2017.

Decorrerá na Biblioteca de Alcochete, quinzenalmente, às terças-feiras entre as 20h30 e as 23h00

Poderá inscrever-se na Biblioteca de Alcochete ou por email para andante@andante.com.pt

Festa é festa!



A última sessão desta edição do CLeVA tinha um tema bastante sugestivo: FESTA É FESTA. Para complicar um pouquinho as pesquisas, a Cristina pediu que se trouxessem textos escritos já neste século. Para além do coro de protestos pelas dificuldades de encontrar os textos também houve o prazer da descoberta de novos livros e autores. Foi ainda uma sessão muito festiva porque vieram muitos convidados assistir e ler connosco. E claro, no final houve "pão de ló molhado em malvasia", uma grande festa para celebrar o prazer que estes encontros nos têm proporcionado. Aqui ficam os autores e obras lidas nesta sessão:

Ondjaki - Os da minha rua - A piscina do tio Victor e excerto de Os transparentes
José Luís Peixoto - Abraço - As chamas a crepitar na lareira
Nuno Cardoso Dias - Alice através do Mercado - excerto
Alice Vieira - Um livro com cheiro a baunilha - Cantilena muito aguda
Helena Sacadura Cabral - O amor é difícil - excerto
Manuel Alegre - Poesia e prosa - Canção do tempo que passa 
Vicente Alves do Ó - Kiss me - excerto
Donna Wool Folk - A Papisa Joana - excerto
Paulo Varela Gomes - Ouro e cinza - Morrer com um touro 
Matilde Campilho - Jóquei - Um coração que mora dentro do olho do jaguar
António Manuel Venda - Os sonhos e outras perigosas embirrações - excerto
José Niza - Festa da vida 
David Mitchell - Cloud Atlas - excerto
João de Melo - As coisas da alma - O vinho
Amadeu Alves e Reginaldo Souza - As ganhadeiras de Itapuã 
Parábola do filho pródigo - excerto - Biblia

em Setembro estaremos de volta

próxima sessão - última da temporada | 21 Junho 2016

será o tema das leituras
***ATENÇÃO***
os textos terão de ser sido escritos no séc. XXI

Parece mentira




Com um tema destes, a sessão começou com uma rodada de mentiras. Detectar sinais físicos e comportamentais nos outros quando dizem algo que é verdade ou mentira, foi a proposta de jogo da Cristina. Foi bastante divertido assistir ao trabalho de máscara que cada um compõe, que cada um imagina que é a mais convincente para os outros. 

Depois passámos aos profissionais da mentira, aos dramaturgos, uma vez que a proposta do tema vinha acompanhada com a referência de que os textos escolhidos deveriam ser teatrais: Manuel António Pina (O inventão), Gil Vicente (Auto da barca do inferno), Gabriel Bosco (Uma criada moderna), Yasmina Reza (Arte), Mário de Carvalho (Se perguntarem por mim não estou), Bernard Shaw (Pigmalião), Eugène Ionesco (O rinoceronte), António Patrício (Pedro, o cru), Sófocles (Antígona), Almeida Garrett (Falar verdade a mentir) e António Gedeão (A história breve da lua). Ainda tivemos textos não teatrais adaptados pelos leitores: (Pinóquio) de Carlo Collodi e (Antigamente) de Luísa Ducla Soares

a Mila falou-nos um pouco de Katherine Pancol,  autora até agora desconhecida para si,
e leu-nos um excerto de "Amamos como nos amaram"
Foi uma sessão divertidíssima e que acabou em festa como é costume.

próxima sessão | 10 Maio 2016

será o tema das leituras
***ATENÇÃO***
os textos terão de ser "Teatro"

a Mila lerá um autor para si desconhecido

eu vi um sapo



Com um tema destes e com textos escritos por mulheres, esperava-nos uma noite aliciante e seguramente divertida. E assim aconteceu. Começámos por ouvir os sapos, ou seja, as vozes dos sapos. A Cristina propôs que ouvíssemos como soa a voz dos animais nos diferentes países, ou melhor, como os humanos dizem e escrevem as vozes dos animais. Algumas formas são realmente surpreendentes. Aqui e aqui podem ver e ouvir algumas.

Depois ainda brincámos todos com o trava-línguas de Luísa Costa Gomes

Papo de vento,

Se o papa papasse papa
Se o papa papasse pão o
papa papava tudo seria o
papa papão. O sapo dentro
do saco, o saco com sapo
dentro, o sapo batendo papo
e o papo soltando vento.
Se o papa visse esse sapo
Batendo papo de vento
Dizia salta para o saco ou papo-
te o papo a seco. O papo de
vento não! Grita o sapo no
sacão. Sapo papo papo-pão,
papo saco sapo-pão. Quem
bate papo de vento papando
papa de sapo. Acaba dentro
do saco papado pelo papão.

Luísa Costa Gomes de "Trava-Línguas"

De seguida desfilaram os textos sobre o tema da noite:
As autoras: Sophia de Mello Breyner Andresen, o poema "Esta gente"  e um excerto do conto "O homem"; Matilde Rosa Araújo, o poema "Felicidade" e um excerto do conto "História de uma flor", onde se ouviu a voz do sapo feita por um instrumento que foi tocado por mãos valiosas e sábias, as mãos da Aida, uma visita muito especial desta noite; Clara Pinto Correia, da sua história infantil "O sapo Francisquinho"; Violeta Figueiredo, o poema "O sapo e o Caçapo"; Clara Ferreira Alves com um excerto da crónica "Love online"; Joanne Harris com um excerto do conto "Irmã feia" e Isabel Allende com o excerto do conto "Boca de sapo". Houve ainda um poema feito e lido pela Antónia "Eu vi um sapo" e um poema popular adaptado por um homem "Canção da Princesa" de Andrade e Silva retirado de um disco de vinil dos anos 70.

Era a vez da Cristina Alves nos falar de um autor para si desconhecido. Contou-nos como tentou ler as "Cinquenta sombras de Grey" e não conseguiu. Pensando que tinha algum problema com o género, decidiu tirar as teimas com um clássico. Assim, dedicou as leituras de verão a Henry Miller, e ficou rendida. Não só não tem problemas com o género, como se entusiasmou bastante com "Trópico de Câncer".


Como sempre acabámos a comer e a beber.

próxima sessão | 26 Abril 2016

será o tema das leituras
***ATENÇÃO***
os textos terão de ter sido escritos por mulheres

a Cristina lerá um autor para si desconhecido

Labirinto



Esta sessão do CLEVA foi subordinada ao tema Labirinto, um tema restringido a textos poéticos.

Começámos por ouvir falar do mito grego onde se conta a história de um monstro, o Minotauro, filho de uma mulher (Parsifae, esposa de Minos, rei de Creta) e de um touro oferecido por Poseidon, encerrado numa construção labiríntica idealizada pelo arquitecto Dédalo, que era alimentado a jovens virgens vindas de Atenas. E de como Teseu, filho de Egeu, rei de Atenas, o herói da história, mata o monstro e regressa vivo do labirinto seguindo o fio de Ariadne (filha de Minos e Parsifae, irmã do Minotauro) por quem se apaixonou.

A forma como os poetas e os seus leitores se apropriam destas palavras, Minotauro, Labirinto, Fio de Ariadne, e o sentido que daí retiram são múltiplas e muito variadas. As escolhas desta noite recaíram todas sobre autores portugueses. À excepção de uma: o poema "Labirinto" de Jorge Luis Borges. Aliás este autor e o seu "Poema dos Dons" é o mote para o belíssimo poema de José Mário Silva "ainda um outro poema dos dons" que também ouvimos. Ouvimos poemas de Jorge de Sena "Em Creta com o Minotauro", José Régio "Cântico Negro", David Mourão-Ferreira "Labirinto ou não foi nada", Mário de Sá-Carneiro "Dispersão", Eugénio de Andrade "Labirinto ou alguns lugares de amor", Sophia de Mello Breyner Andresen "Epidauro" e "Maria Helena Vieira da Silva ou o itinerário inelutável", Camões "Cá nesta Babilónia...", Manuel Gusmão "No labirinto das imagens — o que falta para serem um filme", Nuno Moura "Agora escreve-se assim", Nuno Júdice "Confissão" e "Labirinto", José Luís Peixoto "Na hora de pôr a mesa", Júlio Dinis "As nuvens" e Alberto Pimenta; dois poemas do livro "Tomai Isto é o meu Porco".

Ainda houve tempo para rirmos até às lágrimas com a Eugénia Casadinho que nos trouxe um livro de José Carlos Barros "Um amigo para o Inverno", um autor que anda a descobrir. Ficámos todos com vontade de descobrir esta obra que fala do nosso Portugal e da nossa história recente numa aldeia minhota: um espectáculo de teatro na paróquia, uma bebedeira, os inspectores da Pide à perna, e por aí fora.

No final comemos e bebemos e cantámos duas vezes os parabéns: à Alexandra Ferreira e à Virgínia.

próxima sessão | 22 Março 2016

será o tema das leituras
***ATENÇÃO***
os textos terão de ser poesia

a Eugénia lerá um autor para si desconhecido