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Inscrições fechadas para a nova temporada 2019/2020
O Clube de Leitura em Voz Alta é agora Coro de Leitura em Voz Alta. Continua a ter uma periodicidade quinzenal e a acontecer na Biblioteca de Alcochete.
Os objectivos continuam a ser os mesmos; promover o prazer da leitura partilhada; a forma passou a ser outra.
Ler Faz Bem
A revista Visão, através do seu projecto "Ler Faz Bem" lançou-nos o desafio de lermos os livros que estão a publicar e mostrar algo dessas leituras.
Aqui fica um excerto de "A quinta dos animais de George Orwell", o primeiro livro desta colecção, lido em voz alta pelo Clube de Leitura em Voz Alta de Alcochete.
O resto da obra ficará para a leitura de cada um...
sempre com a esperança que estes leitores seduzam outros leitores.
clique para saber mais sobre o projecto Ler Faz Bem
Aqui fica um excerto de "A quinta dos animais de George Orwell", o primeiro livro desta colecção, lido em voz alta pelo Clube de Leitura em Voz Alta de Alcochete.
O resto da obra ficará para a leitura de cada um...
sempre com a esperança que estes leitores seduzam outros leitores.
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Santos e Pecadores
Antecipámos uma semana o Carnaval numa sessão aberta a todos os membros de anos anteriores do CLeVA. Boa disposição não faltou.
Fizemos um desfile de Santos & Pecadores: Pepetela, João de Deus, Dinis Machado, Eça de Queirós, Mário Cesariny, Mário de Carvalho, Manuel Bandeira, Aldous Huxley, Afonso X, entre outros. Rimos muito, lemos muito, comemos e bebemos muito e só terminámos a altas horas. Um Carnaval!
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próxima sessão | 21 Fevereiro 2017
| Leituras satírico/humorísticas de preferência em grupo. Vamos antecipar o espírito do carnaval? São bem vindos mascarados, carregados de boa disposição, foliões em geral |
Cada macaco no seu galho
Hoje, com este tema e a tendência geral para lhe dar a volta,
ouvimos a comparação entre animais e
humanos de Gonçalo M. Tavares, considerações gerais sobre a marmelada de
Miguel Esteves Cardoso, a moralidade das fábulas de La Fontaine, várias
versões de um texto de Brecht sobre como nunca aceitar que cada macaco
esteja destinado a um só galho, dois poemas de Alexandre O'Neill sobre
os macacos que não largam os seus galhos, visitámos o original Planeta dos Macacos de Pierre Boulle e ainda ouvimos uma história de (pouco)
amor da Menina Má de Vargas Llosa.
| o começo da sessão foi impactante com o Avelino a apresentar-nos a sua proposta de livro do dia: "Guerra" de Harold Pinter, |
| Acabámos em festa como sempre, comendo, bebendo e rindo e
galhofando. E a quem interessar, aqui fica a receita da boleima |
| Tudo presenciado e registado por uma equipa do programa
"Literatura aqui" da RTP2. Diz que passa na televisão no dia 28. Aí veremos a nossa figura |
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Gatos
Esta noite miámos muito na sessão do CLeVA com as palavras de Edgar Allan Poe, Lewis Carroll, Miguel Torga, Afonso Cruz, Rui Caeiro, António Mota, Murakami, Ary dos Santos e Patacrúa. E claro, no final houve banquete.
Miau!
| a Marina trouxe-nos "A casa com alpendre de vidro cego" de Herbjørg Wassmo |
Animais de estimação
| com o frio a apertar foram menos os corajosos (quase só corajosas) que se atreveram a sair de casa |
| deste vez tivemos um tele-cleva, pela Neusa, muito bem acompanhada com cão e com gato |
| a Teresa apresentou-nos Palomar de Italo Calvino |
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boas festas
![]() |
| mais fotos de André Kertész com pessoas a ler aqui e aqui |
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| mais fotos de Steve McCurry de pessoas a ler, aqui |
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outras leituras
A minha Terra
Esta noite a festa foi diferente e foi maior. Convidámos os membros dos antigos Clubes de Leitura e juntámos-nos todos. Saímos da Biblioteca mas trouxemos os livros connosco. Fomos muitíssimo bem recebidos na IN.fusão de Sabores. Comemos, bebemos, lemos e porque o natal está à porta, trocámos prendas (livros).
Para o ano há mais.
| a Eduarda trouxe-nos "Ensaio sobre a Cegueira" de José Saramago como livro do dia |
| mais um pouco da festa |
Somos prisioneiros de guerra. Os nossos sonhos foram medicados. Não pertencemos a lugar nenhum. Velejamos sem âncora por mares revoltos. Podemos nunca ter licença para aportar. As nossas dores nunca serão suficientemente tristes. As nossas alegrias nunca suficientemente felizes. Os nossos sonhos nunca suficientemente grandes. As nossas vidas nunca suficientemente importantes. Para importarem.
Vamos imaginar que a terra - 4600 milhões de anos de idade – era uma mulher de 46 anos. A Mulher Terra. Toda a sua vida de Mulher-Terra foi dedicada a fazer da terra o que ela é hoje. Dividiu os Oceanos. Fez as montanhas emergir. A Mulher-Terra tinha 11 anos quando surgiram os primeiros organismos unicelulares. Os primeiros animais, criaturas como os vermes e as acalefas, só surgiram quando ela tinha 40 anos. E tinha mais de 45 anos – só há 8 meses – quando os dinossauros deambulavam pela Terra.
Toda a civilização humana tal como a conhecemos, começou apenas há duas horas na vida da Mulher-Terra.
Portanto, toda a história contemporânea, as guerras mundiais, a guerra dos sonhos, o homem na lua, a ciência, a literatura, a filosofia, a busca do conhecimento, mais não são do que uma piscadela de olho da Mulher-Terra.
E nós, tudo o que somos e seremos, é um lampejo nos seus olhos.
Mais tarde, à luz de tudo o que aconteceu, lampejo parecia uma palavra completamente errada para descrever a expressão nos olhos da Mulher-Terra. Lampejo era uma palavra com rebordos ondulantes e felizes.
Arundhati Roy de O Deus das pequenas coisas
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