Com uma periodicidade quinzenal, este clube destina-se a promover o prazer da leitura partilhada, bem como o desenvolvimento de algumas técnicas que a ajudem a pôr em prática.
Para quem gosta de ler para os outros e de ouvir ler.

CLeVA 5.0 o início


Foi com enorme prazer que demos início a mais um ano de Clube de Leitura em Voz Alta de Alcochete.


Depois das apresentações, e porque estávamos em maré de começos, cada um escolheu um livro do qual leu o princípio

a Maria João leu de Jorge Amado, "A morte e a morte de Quincas Berro Dágua"

a Teresa Brito leu de Mário de Carvalho, "Fantasia para dois coronéis e uma piscina"

o Tomás leu de Italo Calvino, "Se numa noite de inverno um viajante"

a Paula leu de Hélia Correia, "Montedemo"

o Luís leu de Rui Zink, "O Anibaleitor"

a Gabriela leu de José Saramago, "As intermitências da morte"

a Maria leu de Ian McEwan, "O sonhador"

a Alexandra leu de Manuel António Pina, "O pássaro da cabeça"

a Maria Teresa leu de Jonathan Swift, "As viagens de Gulliver"

a Agostinha leu de Marguerite Yourcenar "Testemunho do sonho"

o Renato leu de Lewis Carroll, "A caça ao Snark"

a Ilda leu de Hermann Hesse, "Siddhartha"

o João Duarte Victor leu de Miguel de Cervantes, "D. Quixote de La Mancha"

a Gabriela leu de António Lobo Antunes, "Os cus de Judas"

a Ana leu de Virginia Woolf, "Orlando"

a Teresa leu de Mia Couto, "Terra sonâmbula"

o Bruno leu de Franz Kafka, "A metamorfose"

a Margarida leu de Antoine de Saint-Exupéry, "O principezinho"

a Luísa leu de Gabriel García Márquez, "Crónica de uma morte anunciada"

o Fernando leu de Herman Melville, "Moby Dick"

depois das leituras individuais fizemos uma brincadeira colectiva com:

Onde estará esse leitor...

Onde estará esse leitor
Que não soletra nem recita?
Que não tropeça nas imagens
Que não ofende os nossos ritmos
Que não destroi as nossas flores?

Onde estará esse leitor,
Onde estarão esses leitores?


Carlos Queiroz
de "Breve Tratado de Não-Versificação"

1 comentário:

  1. Vou ler trechos de "Middlemarch - Um estudo da Vida de Província" de George Eliot (Relógio d'Água, 2011, págs. 132, 23, 85, 184-185 e 186-187)

    Renato

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