A temporada de 2020-2021 foi cancelada na sequência da pandemia Covid-19.

Foi com grande tristeza que nos vimos forçados a tomar esta decisão, motivada pelo perigo de propagação da doença provocada pelo novo coronavírus (SARS-CoV-2) e em nome da segurança e do bem-estar de todos os participantes.

A existência de um coro, como o CLeVA, não se coaduna com as regras de distância preconizadas como medida importante de redução da transmissão de covid-19. Ter várias pessoas juntas, a ler em voz alta, é criar um ambiente confortável à propagação do novo coronavírus se, entre elas, houver um caso positivo.

Voltaremos a avaliar a situação em meados de 2021 e então decidiremos se será possível retomar a actividade normal.


O Clube de Leitura em Voz Alta é agora Coro de Leitura em Voz Alta. Tem normalmente um periodicidade quinzenal e acontece na Biblioteca de Alcochete.

Os objectivos continuam a ser os mesmos; promover o prazer da leitura partilhada; a forma passou a ser outra.

Recomeço

e pronto! regressámos às sessões regulares


parecemos poucos porque nem todos puderam estar presentes na sessão de hoje

Leituras:

Anabela, Adília, Alexandra, António, Cíntia e Ana Maria leram "Começar de novo" de Ivan Lins

António Soares leu "Em pleno azul" de Alexandre O´Neill

João Morais leu "Princípios" de Nuno Júdice

Ana Maria e António leram "Recomeçar" de Paulo Roberto Gaefke
(aqui um pouco da história deste poema, muitas vezes atribuído a Carlos Drummond de Andrade)

Marília leu "Sísifo" de Miguel Torga

Cristina, Graciete, Fernanda e Helena misturaram um excerto de "Sobre a aprendizagem e o conhecimento" de Jiddu Krishnamurti com um excerto de Sísifo de Miguel Torga

Rosa leu uma citação atribuída a Albert Einstein (será mesmo dele???)

Vitória leu "Restolho" de Mafalda Veiga

Alexandra leu "E agora" de João Giz e de um grupo de zangados com a leitura, resultante da Leitura Furiosa de 2013

Fernando e Cristina leram "La noche en que las letras se liberaron" de Pep Duran

do Luxemburgo a Lena presenteou-nos com "Cá fora" de Sophia de Mello Breyner Andresen

e como já vem sendo hábito

acabámos todos à tareia


Sem comentários:

Enviar um comentário